Leia desenfreadamente.

Sucesso, carreira, liberdade, dinheiro, status, amor, ganância, objetivos, poder, reconhecimento, autoconhecimento, metas, simplicidade, números, números, horas, números, horas, horas, números, números, num, nu, n....

Agora releia repetindo o que você valoriza.

Pronto. Você acabou de encontrar a felicidade que estava perdida no meio da visão exponencial e distorcida da sociedade. Dê prioridade e coloque sempre em primeiro plano o que você repetiu.

-- Sabe que quando a gente se conheceu eu tirei algumas impressões sobre você. E hoje eu percebo que você é muito mais do que eu imaginava. Muito mais inteligente, elegante, engraçada, sensível... Só tem uma coisa que você não é mais do que eu imaginava.

-- O que?

-- Mais bonita. Seria impossível...

-- Então fala que nunca mais.


-- Não. Nunca mais não dá pra falar.

-- O problema é que assim eu vou ficar alimentando algumas esperanças que só você sabe se são falsas.

-- Então não as cultive.

-- Não dá! Pois viver sem ter você eu consigo, agora viver sem a esperança de te ter é impossível. É como jogar uma moeda várias vezes pra cima e descobrir que ao invés de viciada, ela na verdade tem os dois lados iguais.