Fotos:
- Inclusão de no máximo 10 fotos sendo ao menos 5 sem pessoas na imagem.
- Foto do perfil sempre 3x4

Excluir amigo:
- Esses amigos gostam dessas coisas que você não gosta. Você não deseja excluí-los?
- Não encontramos esses amigos na sua lista de e-mails. Você não deseja excluí-los?
- Para a ação de exclusão você poderá usar o botão "selecionar todos".

Eventos:
- Resposta automática de "não participar" para todos os eventos que for convidado com possibilidade de adicionar exceção para eventos do tipo: Hoje eu não vou sair de casa.

Desconexões:
- Divorciado de:
- Ex-namorado de:
- Gostaria de morar em:

Aplicações:
- Ferramenta automática para adição de jogos

Botões:
- “Sim, mas e daí?”
- “Bem bolado, bem bolado”

Outras funcionalidades:
- Dê o seu depoimento policial que incrimine outros usuários
- Atualização apenas em dispositivos imóveis
- Caveirinha para representar quantas pessoas não são seus fãs
- Todas as mensagens que você envia são exibidas apenas para algumas pessoas (que não te seguem)
- Pensamento suicida do dia

Considerações finais:
O projeto teve um atraso pelo fato de ter sido em grupo.

Por algum tempo eu cheguei a acreditar que o ódio poderia superar o amor. Neste tempo, o que eu mais via nas ruas eram demonstrações de raiva, rancor e outros sentimentos negativos. Comecei a me perguntar onde estava o amor e porque parecia ser muito mais fácil encontrar uma demonstração de ódio no meu dia a dia?

Depois de alguns meses percebí que na verdade todos esses sentimento negativos são perecíveis. O ódio, a mágoa e o rancor não resistem a distância e nem ao tempo. Por isso que as pessoas se reconciliam e conseguem se perdoar. Já o amor não. O amor perdura. Você pode estar a quilômetros de distância ou há anos sem ter contato com quem ama, que o seu amor não vai acabar. Por isso que jamais nos esquecemos daquele amigo de infância ou daquela namoradinha dos tempos de escola. Portanto meus amigos, sugiro a vocês que façam tudo com muito amor, pois esta é a melhor forma de sempre ser lembrado e de guardar boas lembranças do que viveu!

Leia desenfreadamente.

Sucesso, carreira, liberdade, dinheiro, status, amor, ganância, objetivos, poder, reconhecimento, autoconhecimento, metas, simplicidade, números, números, horas, números, horas, horas, números, números, num, nu, n....

Agora releia repetindo o que você valoriza.

Pronto. Você acabou de encontrar a felicidade que estava perdida no meio da visão exponencial e distorcida da sociedade. Dê prioridade e coloque sempre em primeiro plano o que você repetiu.

-- Sabe que quando a gente se conheceu eu tirei algumas impressões sobre você. E hoje eu percebo que você é muito mais do que eu imaginava. Muito mais inteligente, elegante, engraçada, sensível... Só tem uma coisa que você não é mais do que eu imaginava.

-- O que?

-- Mais bonita. Seria impossível...

-- Então fala que nunca mais.


-- Não. Nunca mais não dá pra falar.

-- O problema é que assim eu vou ficar alimentando algumas esperanças que só você sabe se são falsas.

-- Então não as cultive.

-- Não dá! Pois viver sem ter você eu consigo, agora viver sem a esperança de te ter é impossível. É como jogar uma moeda várias vezes pra cima e descobrir que ao invés de viciada, ela na verdade tem os dois lados iguais.

Meus amigos.


Atualmente tenho dedicado todo o meu tempo livre ao Projeto Imagine. Ideias pra novos textos tem surgido e tem sido usadas por lá.

Não abandonei o blog, não esqueci de vocês, não vou virar pastor... Só quero que saibam que enquanto não vier nada novo, tem alguns textos antigos dentro de baús a sua direita. Eles abrem em um clique...

Abraços,

Leonardo Aquino


Em meados do século XIV, uma grande escritora britânica (que teria escrito a primeira versão de harry potter) costumava ler seus contos em praça pública antes de publicá-los. Ao terminar seu último e derradeiro conto, aquele mais esperado, sem nenhuma explicação ela decidiu não comparecer a solenidade. Naquele momento instaurou-se o caos. Cadeiras sendo arremessadas, pessoas pisoteadas. Podia-se ouvir um coro ao fundo da multidão que dizia: escreveu não leu o pau comeu! escreveu não leu o pau comeu!

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O pobre João Batista, filho bastardo de Bartolomeu Navarro, morador de uma pequena fazenda no interior de Goiás, costumava acompanhar e ajudar seu pai todos os dias nas atividades do campo. Certo dia, enquanto realizava a marcação do gado com o ferro em brasa, Bartolomeu, em um gesto sorrateiro deixou que o ferro tocasse o braço de João Batista. A criança esperniou por 7 dias e 7 noites sem parar.
Passado alguns anos, João Batista decidiu se vingar. Subitamente, enquanto sua mãe passava as roupas da família, ele tomou o ferro de suas mãos e feriu Bartolomeu exatamente como este fizera com ele. Naquele instante, Joana, filha mais velha do casal sussurrou sarcasticamente: pois é, quem com ferro fere com ferro será ferido.

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Gleide Maria era uma funkeira suburbana do Rio de Janeiro. Sem muitas aspirações na vida ela só pensava mesmo em vadiar. Toda sexta tinha hora marcada pra rebolar até o chão no desce devagarinho (principal baile da região). Em uma dessas idas e vindas (ao chão) conheceu Cleomar; sujeito boa praça que sempre aceitou com passividade qualquer opinião diferente da sua. Não demorou muito para que Gleide percebesse que aquele sim era “homem pra casar”, mas não naquele momento. Em uma atitude simples e astuciosa ela começou a namorar o rapaz, mas nunca deixou de dar suas escapadas para o desce devagarinho.
Certo dia, o ver o casal chegando atrasado a missa de domingo, o pipoqueiro Mané deferiu o comentário: Alá! Aonde a vaca vai o boi vai atrás.

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Um pequeno e promíscuo vilarejo localizado a oeste dos Estados Unidos ostentava um estranho costume: para demonstrar seu poder, os empresários costumavam comprar cús. Os negócios movimentavam a cidade e os valores eram estipulados com base na integridade da peça (se é que vocês me entendem).
Certo dia, ao ver um bêbado caído, um empresário que acabara de chegar no vilarejo e já interessado em adquirir um cú, perguntou a um nativo:
-- escuta, quem é o dono desse cú, você sabe?
Sabendo que os bêbados não tinham vida muito longa e obviamente não representavam um bom negócio, o nativo respondeu.
-- xiiii, cú de bêbado não tem dono não meu chapa.
Intrigado com a indagação o empresário fez uma cara de descaso para o bêbado e seguiu o seu caminho.
Já o bêbado não deixou por menos e ainda de bruços gritou:
-- Quem desdenha quer comprar, nojento!

Conte até dez e encontre dentro de você uma forma de contribuir. Doe um brinquedo, ensine uma brincadeira; uma simples amarelinha pode colorir a vida de muita gente. Não deixe que a preguiça te pegue quando aquele tempo livre você conseguir pegar. Doe o seu tempo, um instrumento musical, doe o seu talento com instrumentos musicais. Você pode levar um cantor de baixo dos chuveiros para cima dos palcos; dos palcos da vida. Não se esqueça que diante dos maiores obstáculos nós só precisamos de uma corda para aprender a pular. E se para nós não tivesse existido a corda? E se nem mesmo tivéssemos tido o estímulo para pular? Portanto ajude, porque pessoas carentes precisam de muito mais do que duas pernas para começar a andar.


Imaginem um novo projeto... em breve